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Em nota, Maxilabor fala sobre a contraprova que resultou em condenação

Na tarde desta sexta-feira, 05, o conceituado e respeitado laboratório Maxilabor Diagnóstica LTDA, com sede no Estado de São Paulo – SP, por meio da sua assessoria de imprensa entrou em contato com a reportagem do jornal eletrônico Correio de Rondônia para explicar alguns detalhes do processo judicial, julgado pela 2ª Turma Recursal dos Juizados Especiais Acreana, que resultou na condenação da empresa por danos morais causados a um consumidor questionou o resultado de um exame.

Criteriosos e com riqueza de detalhes, demonstrando total conhecimento dos critérios aplicados no exame contraprova, à assessora de imprensa explicou que, o laboratório jamais pode abrir nenhum resultado sem a devida ordem judicial ou autorização do motorista. Ainda, de acordo com a profissional da área de comunicação da MAXILABOR, em nenhum momento, tanto o magistrado e tampouco o motorista solicitaram a contraprova.

A assessora afirma que a empresa tomará providências cabíveis para obter judicialmente tal decisão, tão logo o fórum retome suas atividades, tendo em vista que a decisão fora prolatada no mês passado.

Veja a nota na íntegra

Segundo a Lei 13.103/2015, a contraprova é direito do motorista. O laboratório não pode abrir nenhuma contraprova sem a solicitação do próprio motorista ou sem uma ordem judicial. Em nenhum momento o juiz ou o motorista solicitaram a contraprova, preferindo arcar com o custo de outros três exames, em outros laboratórios.

O MAXILABOR sempre esteve e permanece à disposição para realizar esta e qualquer outra contraprova de forma gratuita e presencial, inclusive por termos todo e qualquer material coletado guardado por 05 anos, conforme determina a Lei.

O reclamante apresentou outros resultados de exames, com janelas de detecção diferentes do exame realizado pelo MAXILABOR. Como muito bem explicado no processo, nenhum outro exame invalida o primeiro, pois não são comparáveis.

Essa decisão foi proferida em meados de dezembro, antes do recesso forense. Dessa forma, o MAXILABOR já está tomando as providências cabíveis para obter judicialmente tal decisão, tão logo o fórum retome suas atividades.

Diante do exposto, o MAXILABOR reafirma seu compromisso de cumprir todas as exigências da Lei, em especial da Lei 13.103/2015. Em seus 18 anos de história, NUNCA se recusou a abrir a contraprova com ordem judicial e NUNCA obteve resultado divergente da mesma amostra.

Vale dizer, inclusive, que o MAXILABOR é consultado pelo meio jurídico para realizar contraprovas de exames realizados por seus concorrentes, o que o consolida como um laboratório idôneo, respeitado e de referência.

MAXILABOR DIAGNÓSTICOS

 

Leia: Laboratório é condenado por não realizar contraprova de exame toxicológico

 

Fonte: Jornal Correio de Rondônia

Com informações da Assessoria de Imprensa MAXILABOR

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