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Ifro de Colorado se inspira no Saae de Vilhena para criação de projetos ambientais

Professora e estudantes do 2º e 4º período do curso de gestão ambiental conheceram os projetos.

Ifro de Colorado se inspira no Saae de Vilhena para criação de projetos ambientais

Semcom

O projeto de implantação de composteiras orgânicas, implantado no município de Vilhena pelo Saae (Serviço Autônomo de Água e Esgoto), é pioneiro no Estado e chama a atenção de muitos. Outras cidades já demonstraram interesse no projeto e, na última semana, professora e acadêmicos de curso de gestão ambiental do Instituto Federal de Rondônia (Ifro), do município de Colorado do Oeste estiveram na sede do Saae para buscar parceria na troca de conhecimento sobre o adubo orgânico, composteira e outros projetos em desenvolvimento.

A equipe buscou informações sobre o funcionamento dos projetos para implantá-los também no Ifro de Colorado. Os detalhes do manuseio e manutenção das composteiras foram repassados. De acordo com a professora e coordenadora da graduação em Gestão Ambiental, Edilene da Silva Pereira, o projeto desenvolvido pelo Saae foi inspirador.

“É um projeto simples que pode ajudar na redução dos resíduos sólidos e que pode ser implantado nas cidades para ajudar na Educação Ambiental e na conscientização do cuidado com o Meio Ambiente, principalmente nos primeiros anos do curso. Além disso, podemos envolver toda a população nessa importante causa”, disse a coordenadora.

PIONEIRISMO – A diretora de projetos e planejamento do Saae, Sueli Magalhães, lembrou que o projeto é pioneiro no investimento de recursos federais. “É a primeira vez que o Ministério das Cidades (atual MDR) libera recursos para ações desta natureza, que exigem mudança de atitudes da população. Estamos felizes com os resultados pois muitos estão aderindo à iniciativa”, explica.

As composteiras fazem parte de uma ação maior, o Projeto Técnico Socioambiental (PTS) de Implantação do Esgoto Sanitário do TC nº 424.54-73, de 2014, do Ministério das Cidades.

REDUZINDO O LIXO – Sueli garante ainda que as composteiras ajudam escolas, associações, igrejas, entidades filantrópicas, instituições públicas e privadas a gerar renda para as famílias, economia, qualidade de vida, incentivos para limpeza dos quintais ociosos, além de serem um “material didático” excelente para a Educação Ambiental. “É uma forma de estimular a redução de resíduos enviados ao aterro sanitário. Assim, vai para lá apenas o que não pode ser reciclado, o que reduz custos”, concluiu.

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