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Japonês reduz IPTU de 2020 em até 45% em relação a 2019 para contribuintes de menor poder aquisitivo

Imposto para imóveis de alvenaria terá aumento, porém, será 32% menor do que o aprovado em 2018.

Japonês reduz IPTU de 2020 em até 45% em relação a 2019 para contribuintes de menor poder aquisitivo

Fotografia: Assessoria

Após longas reuniões com os vereadores e análises de planilhas durante as últimas semanas junto ao corpo técnico da Prefeitura, o prefeito Eduardo Japonês assinou projeto de lei que propõe a redução significativa do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) para imóveis de madeira e também o escalonamento do reajuste do IPTU para imóveis em alvenaria. A matéria, que depende de aprovação da Câmara, diminui o impacto da lei proposta em 2018 e, ao mesmo tempo, promove reajustes necessários, não realizados há mais de uma década.

“Estamos sempre atentos às manifestações da população e ao que os vereadores dizem. Essa alteração mantém um reajuste, porém, de forma que gere menos impacto. Decidimos ainda reduzir o imposto para imóveis de madeira, pertencentes àqueles que têm menos poder aquisitivo. Assim, para estes haverá redução em relação ao que já pagavam”, conta o prefeito Eduardo Japonês.

As conversas com a Câmara foram extensas antes de o projeto ser enviado à Casa de Leis, por isso o projeto vai com pedido de urgência, visto que as discussões com a Prefeitura já estão finalizadas.

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ALTERAÇÕES – O projeto recebeu apenas uma alteração no subanexo II, que define o valor do metro quadrado da planta genérica de valores do IPTU. A Procuradoria Geral do Município (PGM) elaborou tabela comparativa (em anexo) com vários imóveis em diferentes bairros para demonstrar a diferença entre o que foi pago em 2019, o que seria pago caso o reajuste aprovado no final de 2018 se mantivesse e também o valor que será pago com o novo projeto enviado à Câmara na sexta-feira.

Há 18 exemplos de imóveis em alvenaria e outros 16 exemplos de imóveis em madeira. A alteração na lei dá impactos diferentes em cada um deles, promovendo reduções ou aumentos diferentes caso a caso.

IMÓVEIS EM ALVENARIA – Considerando os exemplos selecionados pela PGM, o aumento proposto em 2018 previa elevação média de 87,2% no valor do IPTU para os imóveis em alvenaria (com variação entre 51,9% e 117%). Agora, com a alteração na proposta, o aumento passa a ser de apenas 27,1%, em média (com variação entre 8,6% e 48,9%, conforme o caso). Assim, a redução da alteração proposta esta semana em comparação com o reajuste aprovado em 2018 significa redução de 32%, em média, para este grupo de contribuintes.

IMÓVEIS EM MADEIRA – Estes serão os maiores beneficiados da alteração enviada aos vereadores. Isso porque, em média, eles pagarão menos do que já pagaram em 2019 e, em vez de aumento, a maioria terá redução. Em 2018 foi aprovado aumento médio de 51,6% para os imóveis de madeira (com variação entre 11% e 109%). Agora o projeto prevê redução de 22,2%, em média, para os imóveis de madeira (com variação de aumento de 13,5% a redução de até 44,9%). O valor a ser pago em 2020 é, em média, metade do que o aprovado em 2018.

AUMENTO ESCALONADO – Assim como foi sugerido por vereadores e membros da comunidade, o aumento do IPTU passará a ser escalonado, conforme novas alterações ainda a serem aprovadas posteriormente. A PGM deixa claro no documento enviado à Câmara que “a planta genérica não sofreu qualquer atualização durante mais de uma década e a correção da defasagem em uma única parcela poderia piorar a situação fiscal do Município com o aumento da inadimplência por parte dos contribuintes”.

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