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Polícia

Justiça determina prisão de professor suspeito de abusar de alunas em Cabixi-RO

Seis vítimas afirmaram que foram molestadas pelo suspeito que está foragido.

Justiça decretou a prisão do professor Antônio Lima Fidelis, de 64 anos, suspeito de abusar sexualmente de alunas em uma escola rural de Cabixi (RO), na região do Cone Sul. O homem está foragido desde a última quarta-feira (11) e a Polícia Civil divulgou a fotografia dele nessa sexta-feira (13). De acordo com a Polícia Civil, seis vítimas afirmaram que foram molestadas pelo professor.

O delegado Rodrigo Spiça disse que as vítimas foram ouvidas no início da semana e encaminhadas para laudo. Depois disso, o delegado pediu a prisão do suspeito, que foi deferida pelo Judiciário. Ao todo, são cinco meninas, entre 8 e 12 anos, e uma jovem de 18 anos, que relataram os abusos cometidos pelo homem.

Perguntado sobre os motivos que levaram a Polícia Civil pedir a prisão do professor, Spiça respondeu que foi pelo “risco de fuga, condutas abusivas reiteradas e gravidade do crime”.

As pessoas que tiverem informações sobre a localização do suspeito podem comunicar a Polícia Civil, através do número de telefone 197 ou a Polícia Militar (PM), pelo número 190. “Os pais devem conversar sempre com os filhos, sobre os detalhes do que acontece na escola”, alerta o delegado.

Crimes

Na semana passada, quatro alunas de uma escola rural foram até o quartel da Polícia Militar (PM), acompanhadas pelas mães e conselheiras tutelares para denunciar que o professor as colocava no colo e passava a mão a mão no copo delas, incluindo as partes íntimas. Elas disseram que viram o professor fazendo o mesmo com outra colega.

Depois da denúncia das crianças, uma jovem de 18 anos também procurou o quartel e disse que, há cerca de 10 anos, também foi molestada pelo mesmo homem. Na época, ele trabalhava de guarda, no portão da escola onde ela estudava.

Segundo a Secretaria Municipal de Educação de Cabixi, o profissional foi afastado do trabalho e um processo administrativo disciplinar foi instaurado para apurar a conduta dele.

Fonte: Eliete Marques, G1 Vilhena e Cone Sul

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