×

Operação Rapina investiga contratos da Secretaria Municipal de Educação e da Controladoria Geral do Município de Ji-Paraná

Operação Rapina investiga contratos da Secretaria Municipal de Educação e da Controladoria Geral do Município de Ji-Paraná

Foto divulgação/PF

Ji-Paraná/RO – A Polícia Federal, em conjunto com a Controladoria Geral da União (CGU), deflagrou nesta sexta-feira (13/12) a Operação Rapina, para combater o desvio de recursos do Programa Nacional de Transporte Escolar (PNATE), fraudes às licitações e superfaturamento no âmbito da Secretaria Municipal de Educação e Controladoria Geral do Município de Ji-Paraná/RO.

Policiais federais cumprem 52 mandados judiciais nos estados de Rondônia, Pernambuco e Piauí, sendo 5 de prisão temporária, 3 mandados de prisão preventiva, 30 de busca e apreensão e 14 de sequestro e indisponibilidade de bens, todos expedidos pela Justiça Federal em Ji-Paraná/RO.

Em Rondônia, os mandados estão sendo cumpridos nas cidades de Ji-Paraná/RO (Secretaria de Educação, Controladoria Geral do Município, empresas envolvidas e residências dos investigados) e de Porto Velho, Cacoal, Machadinho do Oeste e Alto Paraíso do Oeste. No Estado de Pernambuco, as medidas cautelares são cumpridas na cidade de Paulista/PE e, no Piauí, na cidade de Teresina/PI.

Publicidade

As investigações surgiram inicialmente de um Relatório de Informação produzido pela Controladoria Geral da União – Regional de Rondônia e Parecer Técnico da 5ª Câmara de Coordenação e Revisão, do Ministério Público Federal, que identificou uma organização criminosa composta por empresários, particulares e agentes públicos especializados em fraudar licitações e contratos da Prefeitura de Ji-Paraná/RO, especificamente na Secretaria Municipal de Educação, obtendo vantagens ilícitas dos recursos do Programa Nacional de Transporte Escolar (PNATE), verba federal repassada ao ente municipal.

Os objetos da investigação foram dois processos licitatórios, que foram fraudados por intermédio de conluio entre as empresas participantes e chegou a um superfaturamento dos preços que ultrapassa R$ 17 milhões, segundo aponta o relatório da CGU-RO.

Um único grupo econômico fraudava sucessivas licitações e mantinha o contrato para o transporte escolar desde o ano de 2012. No certame participavam empresas de fachada e havia sobrepreço das propostas vencedoras.

Os presos, após serem ouvidos na Delegacia de Polícia Federal em Ji-Paraná, serão encaminhados para presídios estaduais e responderão, perante a Justiça Federal, pelos crimes de organização criminosa, fraude à licitação, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro.

Ver comentários

Continue Lendo...

Policiais Militares desmontam mais um ponto de venda de entorpecentes

Policiais militares da Força Tática do 7º BPM munidos das características de um suspeito de ter efetuado um roubo a residência, em Ariquemes, intensificaram na tarde desta quinta-feira, 02, o patrulhamento em possíveis locais frequentados…

Leia Mais
Policiais Militares prendem quatro suspeitos com dinheiro falso na Capital

Policiais Militares efetuaram a prisão de quatro pessoas suspeitas de falsificação de moeda papel  e a quantia de R$ 6.000,00 (seis mil reais)  após a  tentativa de compra de um aparelho celular por redes sociais,…

Leia Mais
PRF continua com as ações de combate ao crime em todo o estado de Rondônia

Mesmo diante do contexto da pandemia mundial, a PRF continua cumprindo o seu papel na sociedade. Somente nas últimas 48h, foram recuperados um caminhão adulterado e uma moto roubada além, da apreensão de quase 60m³…

Leia Mais
Porte de arma e foragido por estupro: PRF realiza duas prisões em Porto Velho/RO

Revólver calibre 38 e 265 munições foram encontrados em carro.

Leia Mais
Tráfico de drogas: quase 400 quilos de maconha são apreendidos pela PRF em Ji-Paraná/RO

Denúncia anônima resultou na maior apreensão nas BRs rondonienses em 2020.

Leia Mais
Em Porto Velho/RO, PRF prende condutor por dois crimes, após tentativa de fuga

Motociclista foi preso por desobediência, após tentativa de evasão da fiscalização e também por fraude veicular.

Leia Mais