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Deputado Anderson defende fechamento de presídio que viola direitos humanos em Rondônia

Ênio Pinheiro está com muitos problemas.

anderson.jpg 2 - Deputado Anderson defende fechamento de presídio que viola direitos humanos em Rondônia - correio de rondônia
Após vistoria realizada na Penitenciária Ênio Pinheiro, em Porto Velho, o deputado estadual Anderson Pereira (Pros) defendeu o fechamento imediato da unidade que não possui as mínimas condições humanas para o encarceramento, e muito menos para o desenvolvimento do trabalho dos agentes penitenciários.

“É gritante a violação aos direitos humanos, tanto de servidores, quanto de apenados. A situação no Ênio Pinheiro é calamitosa, com um ambiente insalubre e que não oferece segurança. O risco de mais fugas é eminente”, denunciou o parlamentar.

Anderson, que é agente penitenciário de carreira, já atuou na unidade prisional e é conhecedor de que o local construído nos anos 80 possui sérias avarias que comprometem sua estrutura. São rachaduras, rabichos de energia, fossa e inúmeros improvisos que colocam em risco a vida de quem ali trabalha ou está preso, sejam condenados ou até mesmo pais e mães de família, que deixam o conforto de seus lares para trabalharem.

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Durante a fiscalização, Anderson constatou o descaso, uso de cadeiras antigas, forros deteriorados, armários quebrados, alojamento carente de camas, colchões, refrigeração, dentre outros problemas.

“É uma condição sub-humana que presenciamos neste presídio, o Estado precisa agir o mais rápido possível. O governador Marcos Rocha que é conhecedor dos problemas, uma vez que foi secretário da Sejus, tem que montar uma estratégia e buscar solução antes que ocorra uma tragédia”, afirmou o deputado.

A penitenciária é 100% insalubre, relatos de servidores dão conta que são vários os casos de infecções, contaminações e outros tipos de doenças que se proliferam por conta das péssimas condições.

Servidores afirmaram que muitas benfeitorias foram feitas porque eles receberam doações e até mesmo tiraram dinheiro do próprio salário. Os ares condicionados foram comprados com “vaquinha”, papel higiênico, água para beber, copos e café muitas das vezes são trazidos de casa.

Fonte: Assessoria de Imprensa

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