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“Médicos formados no exterior necessitam urgentemente de trabalho no Brasil”, desabafa deputada federal Jaqueline Cassol

Segundo a parlamentar são quase 20 mil médicos brasileiros formados no exterior.

“Médicos formados no exterior necessitam urgentemente de trabalho no Brasil”, desabafa deputada federal Jaqueline Cassol

A deputada federal conversou com a reportagem do JCR via telefone.

A deputada federal e advogada, Jaqueline Cassol (PP-RO), em entrevista ao jornal eletrônico Correio de Rondônia, ocorrida na tarde dessa terça-feira, 20/08, por telefone, falou da sua luta, desde que assumiu o cargo em Brasília/DF, em defesa dos médicos brasileiros formados no exterior. Segundo a parlamentar, é inadmissível que esses profissionais fiquem fora do mercado de trabalho na querida pátria amada, Brasil.

Antes de falar com a equipe do JCR, Jaqueline Cassol disse que tinha acabado de participar de uma reunião com o secretário de Gestão Estratégica e Participativa do ministério da Saúde, Erno Hazheim, na sede do próprio Ministério da Saúde. “Entre uma agenda e outra na Câmara dos Deputados, sempre estou em contato com representantes do Poder Executivo Federal para cobrar soluções relacionadas aos médicos brasileiros formados no exterior. Até o presente momento, sempre fui muito bem recebida pela equipe técnica e esperamos avançar nas tratativas em prol dessa classe”, pontuou.

A parlamentar disse a reportagem do JCR, que durante a reunião Erno Hazheim tomou conhecimento de que, das 589 vagas disponibilizadas no segundo ciclo do programa Mais Médicos, 97% foram ocupadas por médicos formados no exterior. “Isso demonstra o interesse desses profissionais em exercer com orgulho e dedicação a profissão.

Jaqueline Cassol fez questão de destacar para reportagem do JCR que seguirá firme em defesa dos médicos brasileiros formados no exterior, por entender que eles também são ótimos profissionais, que merecem respeito e oportunidade de trabalho. “Recebo, diariamente, dezenas, centenas de mensagens de familiares, que por razões particulares enviaram seus filhos para países vizinhos com objetivo de vê-los, posteriormente, exercendo a profissão.

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